Enquanto a controvérsia continua a circular na competição de curling nos Jogos Olímpicos de Inverno sobre o toque duplo nas pedras, os jogadores dizem estar abertos à possibilidade de introduzir replays em vídeo no esporte.
Na sexta-feira (12), a equipe masculina da Suécia acusou os jogadores canadenses de tocarem as pedras duas vezes, o que desencadeou um confronto acalorado entre os jogadores e uma subsequente repercussão na mídia.
Em resposta, a Federação Mundial de Curling (World Curling) afirmou que o restante da competição olímpica teria oficiais monitorando a linha de lançamento, o ponto onde os jogadores devem soltar a pedra durante o lançamento.
Desde a introdução dos oficiais no sábado (13), a capitã da equipe feminina canadense, Rachel Homan, e o jogador da equipe masculina britânica, Bobby Lammie, tiveram pedras removidas devido a toques duplos.
A entidade que rege o curling não utiliza replays em vídeo nos jogos e, em vez disso, usa dispositivos eletrônicos para detectar violações da linha de lançamento.
O companheiro de equipe de Lammie, Hammy McMillan Jr., disse que a introdução de um sistema como o Hawk-Eye, usado no tênis e no críquete, ou o Árbitro Assistente de Vídeo (VAR) do futebol, poderia ajudar.

