“Estou muito feliz, muito grata a Deus por estar aqui mais uma vez nessa arena. Está tudo lindo, está esperando todo mundo para a gente fazer essa grande festa aqui do dia 20 a 24 de agosto. O Rio de Janeiro vai ficar muito pequeno para o mundo inteiro, para as grandes ginastas. Muitas estão vindo homenageando o nosso país e a nossa preparação foi incrível. O treino de pódio agora foi maravilhoso, o último treino antes da competição, ali para ajustar, sentir o clima dentro da quadra, as luzes. Eu só desejo que eu possa fazer o meu melhor dentro de quadra e representar o Brasil da melhor forma possível, porque a gente merece”.
Geovanna contou que busca a final do individual geral – passam as 18 melhores da classificatória – e pegar final por aparelho. Para isso, ela vem com séries ousadas e com estilos diferentes, como a bola tendo o drama do Titanic, as maças com o tema “Terror” e a fita, com um samba no meio da apresentação.
“Eu gosto de ser um pouco ousada, diferente, de pegar ritmos e estilos completamente opostos. Titanic que é um clássico, mais elegante, mais sentimental e as maças que é um pouco mais terror, mais teatral. Aí vem o samba na fita, que a gente também fala um pouco da história do Brasil no início, dos povos originários e o arco que é uma série muito forte. Então a gente tem que saber lidar e administrar muito bem as nossas energias, os nossos sentimentos e trabalhar muito o artístico, porque esse código exige muito do artístico e a gente tem que usar ele ao nosso favor”, contou a ginasta.