Os organizadores locais dos Jogos Paralímpicos de Milão-Cortina defenderam suas ações após o comitê paralímpico ucraniano acusá-los, juntamente com o Comitê Paralímpico Internacional, de submeter atletas e treinadores ucranianos a “pressão sistemática”.
O comitê organizador de Milão-Cortina afirmou nesta quinta-feira (12) que analisou as questões levantadas pela Ucrânia e explicou suas decisões.
A Ucrânia alegou na quarta-feira que se sentiu desrespeitada por ter que remover uma bandeira ucraniana supostamente à força, por ter que interromper reuniões de planejamento e por uma de suas atletas ter sido proibida de usar um brinco com os dizeres “Parem a Guerra” em uma cerimônia de pódio.

