Garantir excelência nos serviços oferecidos e uma boa experiência para a delegação do Time Brasil nos Jogos Sul-americanos da Juventude Panamá 2026 é uma tarefa que exige atenção e dedicação. Por isso, a logística de pessoas tem sido um dos pilares da atuação do Comitê Olímpico do Brasil (COB) no Panamá. Responsável por estruturar serviços essenciais como hospedagem, alimentação e transporte, a área desempenha papel decisivo para assegurar que atletas e oficiais tenham condições ideais de desempenho ao longo da competição.
”A equipe de Logística de Pessoas é essencial para a operação. Trata-se de uma engrenagem complexa, repleta de detalhes que exigem coordenação rigorosa, pois cada imprevisto pode repercutir em outras áreas; essa visão integrada é crucial para a tomada de decisões durante os Jogos”, explica João Gabriel Pinheiro, gestor do projeto Panamá 2026 dentro do COB.
Na Cidade do Panamá, quatro profissionais se dedicam a garantir que todos os movimentos e a estadia de atletas, oficiais técnicos e colaboradores aconteçam sem sobressaltos: Mariana Vezu, Kleide Nascimento, Isabelle Melo e Rayssa de Souza. Totalmente integradas, essas frentes operacionais exigem monitoramento constante e alinhamento contínuo. Mariana Vezu, líder da área, que, entre outros afazeres, cuida do transporte terrestre do Time Brasil no Panamá, conta um pouco mais: ”Considerando que cada liderança se concentra em sua área específica, minha função é ter uma visão geral da missão, identificando pontos que possam necessitar de ajuste, tanto nas áreas de logística de pessoas quanto em outras, como área médica e credenciamento. Tudo isso impacta a logística de pessoas”, explica. Colabora do COB desde 2018, ela faz parte da área de Jogos Internacionais desde 2023.
Mariana Vezu também cuida de perto do sistema de transporte construído pelo Time Brasil. ”O transporte terrestre é pensado para garantir o melhor deslocamento da equipe do COB, com mais autonomia. Sabemos que o transporte terrestre dos atletas e oficiais das confederações é responsabilidade do comitê organizador. Mas, ainda no Brasil, começamos a mapear quantos veículos nosso time precisaria para se movimentar, os tempos de deslocamento e analisamos os riscos de o serviço do comitê organizador não funcionar. Então, quando fechamos um contrato com o fornecedor, já previmos a possibilidade de aumento de demanda, caso o comitê organizador não atendesse a todo o serviço prestado aos atletas. Felizmente, não foi o caso”, diz Mariana.

