Entre todas as competições esportivas, a Copa do Mundo, ao lado dos Jogos Olímpicos, é o torneio que mais chama a atenção dos amantes de esportes. Durante sua realização, a cada quatro anos, o Mundial recolhe para si a grande maioria da audiência esportiva. No próprio futebol, a maioria dos principais campeonatos é paralisada enquanto a Copa acontece.
Além do futebol, entretanto, há uma série de outras modalidades que seguem a todo vapor pelo país. No tênis paulistano, organizado pela FPT (Federação Paulista de Tênis), haverá uma série de ativações durante o período. O Sand Series São Paulo, um dos principais eventos globais de beach tennis, ocorrerá de 6 a 12 de julho de 2026 na Praia Morumbi. A programação inclui até mesmo espaço para incentivar a formação de novos praticantes da modalidade. No dia 12 de julho, véspera do início da competição principal, a Federação Paulista de Tênis promoverá o Kids Series de Beach Tennis, festival voltado para crianças de 5 a 10 anos.
”A realização do Kids Series dentro da programação do Sand Series reforça nosso compromisso com o desenvolvimento da modalidade desde a base, nós queremos que as crianças tenham uma experiência marcante, conheçam a atmosfera de um grande evento internacional e se sintam motivadas a seguir praticando o esporte. É uma oportunidade de formar novos atletas e aproximar as famílias do beach tennis”, afirma Danilo Gaino, presidente da Federação Paulista de Tênis.
Outra modalidade de destaque entre os brasileiros é o surfe, que durante a Copa do Mundo também segue em alta. O VIVO Rio Pro apresentado por Corona Cero 2026 é a etapa brasileira do Championship Tour (CT) da WSL. Entre os dias 19 e 26 de junho, a Praia de Itaúna, em Saquarema, recebeu os melhores surfistas do mundo, um público apaixonado de todas as idades, além da já tradicional programação super especial fora d’água, desta vez ainda maior.
A edição 2026 do VIVO Rio Pro entrou para a história não apenas pelas disputas dentro d’água, mas também pelo valor recorde destinado ao campeão. Graças à parceria entre a WSL e a GWM Brasil, o brasileiro Yago Dora, campeão da etapa ao vencer o italiano Léo Fioravanti, levou para casa a maior premiação da história da etapa. O atleta levou, além da premiação oficial de US$ 80 mil (cerca de R$ 413 mil), um GWM Tank 300 avaliado em aproximadamente R$ 350 mil, por obter a maior pontuação combinada nas finais masculina e feminina.

