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A sledder brasileira abriu a entrevista com análise das principais rivais e afirmou estar pronta para a disputa na Itália, “a Copa do Mundo normal eu diria que tem 12 ou 13 atletas femininas que podem estar no pódio, já ganharam medalhas em Copas do Mundo, então acho que esse ano foi bem competitivo e a diferença é, tu ganha e tá em primeiro ou se não tu tá em 12º, sabe, ou décimo terceiro.
“E se tu olhar os tempos, as diferenciais entre os top 10 são bem pequenas, mesmo comparando com o masculino. Eu acho que o nosso campo tá bem competitivo. Eu sei que eu não me arrependo de nada, eu sei que nesses últimos 8 anos que eu não faltei nenhum treino, não faltei nenhum suplemento, eu comi bem, dormi bem, sabe? Então, eu tô pronta. Agora são os ajustes finais de treino físico e de descida. Vamos ter uns quatro dias em St. Moritz (Suíça), antes de ir para a Cortina para se divertir e voltar a descer no trenó. Então, eu sei que eu tô pronta para vestir o vermelho e amarelo e dar o meu melhor lá em cortina”, completou Silveira.
A temporada de Nicole na Copa do Mundo de skeleton foi uma “montanha-russa” e fechou com a brasileira obtendo bronze e top-10 geral. Silveira abriu o calendário com 16º lugar na pista olímpica de Cortina D’Ampezzo, na Itália, e piorou a posição em Lillehammer, na Noruega, ao concluir a etapa na 17ª posição.
Nicole cresceu na temporada e conquistou três top-12 na rodada dupla de Sigulda e no fechamento da Copa do Mundo em Altenberg, na Alemanha. Silveira foi a oitava melhor em Winterberg, na Alemanha, e foi ao pódio com o bronze em St. Moritz, na Suíça.