Anfitriã nos primeiros jogos de inverno em Chamonix 1924, a França sediou o megaevento em outras duas oportunidades, em 1968 (Grenoble) e 1992 (Albertville), e voltará a ser o país sede em 2030, nos Alpes Franceses. Desta forma, até 2034, ficará atrás apenas dos Estados Unidos como o país que mais recebeu os jogos olímpicos de inverno. No entanto, é a nação que utilizou mais cidades diferentes no processo, visto que os Estados Unidos sediou duas vezes em Lake Placid (1932 e 1980), uma vez em Squaw Valley (1960) e duas vezes em Salt Lake City (2002 e, futuramente, em 2034).
PARADA DAS NAÇÕES – ZIMBÁBUE
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A única vez que a França não ganhou medalhas foi em Cortina d’Ampezzo 1956, apesar de levar mais de trinta atletas em seis esportes diferentes e conseguir dois 4º lugares. Em contrapartida, quando sediou o evento em Grenoble 1968, o país obteve sua melhor colocação no quadro de medalhas, terceiro, atrás somente de Noruega e União Soviética. Grande parte do bom desempenho francês se deve a Jean Claude-Killy, vencedor de três ouros no esqui alpino naquele ano e o atleta com a melhor performance em 1968.
O maior medalhista francês é Martin Fourcade, do biatlo masculino, vencedor de seis ouros e uma prata em diversas provas: perseguição, largada em massa e revezamento misto, entre os anos de 2010 a 2018. Em Sochi 2014, a França levou sua maior delegação, composta de 116 atletas. E o número poderia ser bem maior, pois naquele ano o país não participou do hóquei no gelo, modalidade que concentra o maior número de atletas. Em Milão-Cortina 2026, a França deve ultrapassar esse recorde e levar cerca de 160 atletas em sua delegação. Desta vez a nação conta com atletas no hóquei em ambos os naipes, graças ao banimento da Rússia, que possuía vaga, mas teve a participação em esportes coletivos vetada.