A modalidade mais premiada é o esqui alpino, detentor de 14 ouros, 11 pratas e 11 bronzes. Desses, três ouros e duas pratas foram conquistadas por Alberto Tomba entre os anos de 1988 a 1994 no slalom e slalom gigante masculino. No mesmo esporte, destaca-se igualmente Deborah Compagnoni, detentora de três ouros e uma prata entre os anos de 1992 a 1998 no super-G, slalom e slalom gigante feminino. Considerando o número total de medalhas, no entanto, a atleta mais condecorada é a patinadora de pista curta Arianna Fontana, dona de dois ouros, quatro pratas e cinco bronzes. Ela ainda está em atividade e, caso ganhe um ouro, se tornará a maior medalhista do país.
ESPORTES
Patinação de velocidade em pista curta: Arianna Fontana é bicampeã da prova de 500 m feminina, compete em casa e, caso fature um ouro, se tornará a maior medalhista olímpica de inverno do país. Além dela, os revezamentos e Pietro Sighel também merecem atenção.
Patinação de velocidade: Nas grandes distâncias, os italianos também possuem chances. Nos 10.000 m masculino, Davide Ghiotto é o atual recordista e foi campeão mundial em 2023 e bronze nas olimpíadas de Pequim 2022. Na mesma olimpíada, no feminino, Francesca Lollobrigida foi prata nos 3.000 m e bronze na largada em massa.
Esqui alpino: Não há como negar que os anfitriões, já hábeis esquiadores, aproveitarão o fator casa para aumentar o número de medalhas no esporte. Desde 2010, a Itália sempre ganhou medalha na modalidade e estão em 5º no ranking geral.