A Noruega é o time a ser batido, com conquistas extraordinárias desde a sua estreia em Chamonix 1924, onde foi líder do quadro de medalhas com 4 ouros, 7 pratas e 3 bronzes, conquistando mais medalhas do que o número de atletas de sua delegação naquele ano. O grande destaque em 1924 foi Thorleif Haug, vencedor de três ouros, dois no esqui cross-country masculino e um no combinado nórdico. A única mulher norueguesa na delegação de 1924 foi Sonja Henie, que ficou em 8º lugar na patinação artística.
PARADA DAS NAÇÕES – NIGÉRIA
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Sonja seria campeã nos anos de 1928, 1932 e 1936, sendo a única norueguesa a conquistar o ouro na patinação artística. Com exceção de 1932, quando terminou atrás dos Estados Unidos, a Noruega liderou o quadro geral de medalhas em todas as edições até 1952, ano em que foi anfitriã, utilizando a cidade de Oslo como sede.
A partir de 1956, com a entrada da União Soviética, os noruegueses ganharam um adversário de peso na busca pela liderança do quadro. Mesmo assim, em Grenoble 1968, os noruegueses terminaram em primeiro no quadro, aproveitando-se de eventos de esqui cross-country e de patinação de velocidade para superar os soviéticos. Nunca ficaram sem medalhas e a única vez que não levaram sequer um ouro foi em Calgary 1988, quando conquistaram apenas 3 pratas e 2 bronzes, terminando fora do top-10.
A segunda vez que a Noruega sediou as olimpíadas foi em 1994, na cidade de Lillehammer. Mesmo com o fator casa, o país terminou atrás da Rússia no quadro de medalhas. Os noruegueses voltariam à ponta em Salt Lake City 2002 e, desde Sochi 2014, vêm de uma sequência em primeiro no quadro, batendo recordes de mais medalhas conquistadas (39 em Pyeongchang 2018) e de mais ouros (16 em Pequim 2022). É também o país que mais vezes liderou o quadro, vencendo 10 das 24 edições de inverno disputadas.