A Suécia está entre o seletíssimo grupo de doze nações que participaram em todos os jogos de inverno, tendo estreado em Chamonix 1924. Mais do que apenas participar, a Suécia está entre as potências e medalhou em todos os jogos olímpicos, sendo um dos seis países a obter tal feito. Apesar disso, nunca sediou os jogos de inverno, pois, embora tenha se candidatado diversas vezes, nunca atingiu a maioria de votos necessária. Sendo assim, é o país mais medalhado em jogos de inverno que jamais sediou a competição. A Suécia se candidatou em todas as edições entre 1984 a 2002.
PARADA DAS NAÇÕES – ÁFRICA DO SUL
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Logo na primeira edição, em 1924, a Suécia obteve suas primeiras medalhas com o patinador artístico Gillis Grafstrom, ouro no individual masculino; e com o time masculino de curling, que obteve a prata. Gillis já havia ganho o ouro nas olimpíadas de 1920 na Antuérpia, Bélgica, enquanto a patinação artística fazia parte das olimpíadas de verão. Desta forma, ele é o único atleta a ganhar ouro em olimpíadas de verão e inverno no mesmo esporte.
Um dos irmãos de Gillis treinou a patinadora Vivi-Anne Hultén, a primeira mulher a representar a Suécia em jogos de inverno, em Lake Placid 1932. Quatro anos depois, em Garmisch-Partenkirchen 1936, ela também se tornou a primeira medalhista mulher ao ficar com o bronze no individual feminino. A Suécia ficou em terceiro no quadro geral nos anos de 1928, 1932 e 1936 e liderou o quadro no ano de 1948, quando obteve 4 ouros, 3 pratas e 3 bronzes, empatando com a Noruega. Esta foi a única vez em que houve um empate na liderança do quadro de medalhas.
O maior medalhista sueco de inverno é Sixten Jernberg, dono de 4 ouros, 3 pratas e 2 bronzes no esqui cross-country entre os anos de 1956 a 1964. Considerado um dos melhores de todos os tempos, Sixten nunca ficou abaixo de 5º lugar em todas as provas que disputou em jogos olímpicos, mesmo nas provas em equipes. Em toda a sua carreira, ele venceu mais de um terço das corridas que fez.