Antes parte da Tchecoslováquia, a única vez que a Tchéquia não subiu ao pódio foi justamente em sua estreia, em Lillehammer 1994. Ainda assim, curiosamente o país obteve pelo menos um top-7 em todos os sete esportes no qual teve representantes naquele ano. A medalha não iria demorar e, quatro anos depois, em Nagano 1998, o time masculino de hóquei no gelo foi campeão e Katerina Neumannova conquistou uma prata e um bronze no esqui cross-country feminino, deixando a nação no 14º lugar no quadro de medalhas daquela edição. A Tchéquia repetiria essa posição no quadro nos em Vancouver 2010 e em Pyeongchang 2018, sendo essas suas melhores exibições.
PARADA DAS NAÇÕES – MÔNACO
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Sempre levando uma robusta delegação, foi em Pequim 2022 onde tivemos mais tchecos: 114 atletas, superando até mesmo o número de atletas que levaria para as olimpíadas de verão em Paris 2024. A maior delegação, contudo, trouxe o menor número de medalhas, um ouro e um bronze, colocando o país como 21º colocado.
A nação já competiu em todos os esportes de inverno e sempre está entre os candidatos à medalha. Obteve pelo menos um top-10 em todos os esportes, com destaque para o snowboard, onde figura como o sexto maior vencedor olímpico, com três ouros e um bronze. Parte disso se deve à Ester Ledecka, campeã no slalom paralelo gigante feminino em Sochi 2014 e Pyeongchang 2018. Em Sochi, ela também foi a vencedora do super-G feminino do esqui alpino, fato este que a tornou a primeira mulher a ganhar um ouro olímpico em dois esportes diferentes nas mesmas olimpíadas. Ela também se tornou a primeira pessoa a competir nas olimpíadas de inverno com dois equipamentos diferentes (esqui e snowboard), saindo vencedora nos dois.