Devido às suas excelentes performances na NCAA, com o equipamento da Universidade de Kentucky, Steiner atraiu a atenção da Puma, que lhe ofereceu um contrato de patrocínio em 2022, no valor de aproximadamente dois milhões de dólares (1,7 milhões de euros). No mesmo mês, conquistou as medalhas de ouro no Mundial, integrando os revezamentos de 4×100 m e 4×400 m.
No entanto, a partir de 2023, Steiner sofreu cada vez mais lesões, e a promissora carreira terminou em 2024, tendo participado pela última vez nas seleções que estoveram nos trials americanos para os Jogos de 2024, em Paris.
Entretanto, a bicampeã mundial processou a Puma e a equipe de Fórmula 1 Mercedes, que criaram o design das sapatilhas desportivas que recebeu para competir. Alega que foram mal projetadas, que eram «defeituosas» e «inseguras».
De acordo com o Front Office Sports, no processo que intentou a 24 de abril, no Supremo Tribunal de Massachusetts, Steiner afirmou que ”as sapatilhas Puma aumentaram o risco de lesões devido ao seu design e à utilização da tecnologia de placa de fibra de carbono e espuma nitro”.
Considera ainda que os produtos da Puma precipitaram o fim da sua carreira e exige compensações financeiras e não só. Steiner acusa a empresa alemã de saber que os seus produtos eram defeituosos, mas de os ter promovido mesmo assim.