Sophia Lima foi a segunda colocada no beach sprint Sub-23.
O Brasil recebeu uma medalha de prata na Copa América de Remo Costal em Lima nesta terça-feira (21). A conquista de Sophia Lima no skiff feminino Sub-23 (CW1x) inaugurou a presença brasileira no pódio da competição.
Na final, Sophia terminou na segunda colocação com o tempo de 3min12s08, atrás apenas da peruana Amalia Aspillaga, campeã com 2min46s41.
A prova seguiu o formato clássico do beach sprint, com corrida na areia, percurso no mar com contorno de boia e retorno à praia para a definição do resultado.
Campanha do Brasil
A medalha de Sophia Oliveira foi o principal destaque brasileiro em um dia de disputas que contou com provas de diferentes categorias e fases eliminatórias.
Além do pódio, outros brasileiros também tiveram participação relevante:
Thalita Soares avançou às quartas de final do skiff feminino adulto (CW1x) após o time trial;
Renato Cesar Azevedo se classificou para as quartas de final no skiff masculino (CM1x);
No duplo misto (CMix2x), a dupla brasileira formada por Fernanda Nunes Ferreira e Vangelys Reinke Pereira também avançou no time trial.
Agenda
A programação desta quarta-feira (22) dá sequência às eliminatórias e decisões da Copa América de Remo Costal Beach Sprint, com presença brasileira em diferentes provas.
No skiff feminino (CW1x), Thalita Soares disputa as quartas de final às 10h05, buscando vaga na semifinal.
No masculino (CM1x), Renato Cesar Azevedo também entra na água nas quartas de final, às 11h20, em confronto direto por um lugar na semifinal.
Já no duplo misto (CMix2x), a dupla Fernanda Nunes Ferreira e Vangelys Reinke Pereira compete às 12h50 pelas quartas de final.
Novidade nas olímpiadas
A competição segue o modelo do remo costal beach sprint, que fará sua estreia olímpica em Los Angeles 2028. O formato combina velocidade, técnica e estratégia, com provas curtas disputadas em sistema eliminatório.
Os atletas largam correndo na areia, entram no barco no mar, realizam o percurso com contorno de boia e finalizam novamente na praia, o que torna a chegada imprevisível e muitas vezes decidida nos metros finais.
*Com informações do Olímpiada Todo Dia.









