Lauro Chaman, que já havia conquistado prata e bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, levou o ouro para o Brasil
A Seleção Brasileira de Paraciclismo de Estrada encerrou nesta sexta-feira (1º) sua participação na segunda etapa da Copa do Mundo, disputada em Gistel, com um saldo positivo de sete medalhas: um ouro e seis pratas. O principal destaque brasileiro foi Lauro Chaman, que já conquistou prata e bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, campeão da prova de resistência da classe MC5 (para atletas que utilizam bicicletas convencionais), resultado que coroou uma campanha consistente do Brasil ao longo da competição.
Na última prova individual da etapa, Lauro percorreu os 80,4 km da disputa em 1h48min09s e garantiu o lugar mais alto do pódio, superando o holandês Daniel Abraham Gebru e o ucraniano Yehor Dementyev.
Além do ouro, o Brasil mostrou força especialmente nas classes femininas. Jéssica Ferreira e Gilmara do Rosário conquistaram duas medalhas de prata cada, repetindo o bom desempenho tanto no contrarrelógio quanto nas provas de resistência. No primeiro dia de disputas, Jéssica foi prata na classe Handbike H3 (WH3), enquanto Gilmara subiu ao pódio na Handbike H2 (WH2). Ambas voltaram a conquistar o segundo lugar nas provas de resistência, consolidando-se entre os principais destaques brasileiros da etapa belga.
Outro nome que brilhou foi Victória Barbosa, medalhista de prata no contrarrelógio da classe WC1 e novamente vice-campeã na prova de resistência, ampliando a presença brasileira no pódio.
O Brasil ainda obteve resultados relevantes fora das medalhas. Na classe MC1, Carlos Alberto Soares terminou na quarta colocação na prova de resistência, ficando próximo do pódio, enquanto outros atletas garantiram colocações importantes em categorias de alto nível técnico.
A etapa de Gistel marcou a segunda parada do circuito internacional de 2026. Após a abertura em Chiang Mai, a delegação brasileira segue agora para Abruzzo, onde disputará a terceira e última etapa da Copa do Mundo entre os dias 7 e 10 de maio.
Mais do que o número de medalhas, os resultados reforçam a evolução da equipe brasileira no cenário internacional e indicam um caminho promissor para a sequência da temporada e para o ciclo paralímpico.
A Seleção Brasileira de Paraciclismo de Estrada iniciou nesta terça-feira sua participação na segunda etapa da Copa do Mundo, em Gistel, na Bélgica, com presença no pódio nas provas de contrarrelógio da classe handbike feminino.
Na categoria WH3, a brasileira Jessica Moreira Ferreira garantiu a medalha de prata ao completar os 20,4 km em 35min56s68, ficando atrás da francesa Anaïs Vincent, campeã com 34min31s09. O pódio foi completado pela tcheca Katerina Antosova, com 41min34s63.
Já na classe WH2, Gilmara Sol do Rosário Gonçalves também assegurou a prata, com o tempo de 30min52s85 nos 10,2 km. A vitória ficou com a tailandesa Patcharapha Seesen, que marcou 26min17s04, enquanto a britânica Marina Logacheva fechou o pódio com 34min37s75.
Além das medalhas conquistadas, o Brasil também esteve representado na prova masculina da classe MH5, disputada em 20,4 km. Anônimo Marcos de Moura terminou na 7ª colocação, com o tempo de 33min26s16, enquanto Ronan da Motta Fonseca ficou em 11º lugar, com 36min22s41.
A etapa da Bélgica é a segunda do circuito da Copa do Mundo de Paraciclismo de Estrada em 2026. A abertura da temporada ocorreu em Chiang Mai, na Tailândia, e o calendário será encerrado em Abruzzo, na Itália, no mês de maio. A programação segue nesta quarta-feira com as provas de contrarrelógio para as categorias C e Tandem. As disputas serão concluídas no fim de semana com as tradicionais provas de resistência.
Após a etapa belga, a Seleção Brasileira permanece na Europa em período de preparação para a terceira e última etapa da Copa do Mundo, na Itália, compromisso importante na sequência da temporada internacional.












