Victoria Barbosa também subiu ao pódio no domingo
A Seleção Brasileira encerrou a disputa da Copa do Mundo de ciclismo de estrada de Abruzzo, na Itália, no domingo, 10, com oito medalhas: cinco pratas e três bronzes.
No último dia de evento, o país subiu ao pódio duas vezes: uma medalha de bronze para o paulista Lauro Chaman na classe C5 (para atletas que usam bicicletas convencionais); e uma de prata para a paranaense Victória Barbosa, na classe C1 (bicicletas convencionais).
Além disso, Lauro Chaman se consagrou campeão-geral da Copa do Mundo de 2026, disputa que também levou em consideração os resultados obtidos nas etapas de Chiang Mai, na Tailândia, (19 a 22 de março) e Middelkerke, na Bélgica, (28 de abril a 1° de maio).
A medalha do atleta no último dia da etapa de Abruzzo veio na prova de resistência de 90km. Os três primeiros colocados marcaram o mesmo tempo no placar: 1h57min47s. O ouro ficou com Martin van de Pol e a prata com Daniel Abraham Gebru, atletas dos Países Baixos.
Lauro já havia conquistado uma prata na prova de contrarrelógio na Itália, com o tempo de 19min40s06, na sexta-feira, 8, segundo dia de disputas.
Ainda neste domingo, na prova de resistência de 45km da classe C1 feminina, Victoria Barbosa foi prata, superada pela chinesa Wangwei Qian.
Dias anteriores
No sábado, 9, o Brasil conquistou uma prata e um bronze na prova de resistência da classe H3 (atletas que utilizam handbikes, bicicletas impulsionadas com as mãos), com as paulistas Jéssica Ferreira e Mariana Garcia, respectivamente. A prova foi disputada em 54 km e teve vitória da francesa Anaïs Vincent. A medalha marcou o primeiro pódio de Mariana em etapas de Copa do Mundo.
No primeiro dia de competição, o Brasil já havia conquistado duas medalhas, com a paulista Jéssica Ferreira e com a paranaense Jady Malavazzi que garantiram a prata e o bronze, respectivamente, na prova contrarrelógio da classe H3.








