Brasil fecha Pan-Americano de atletismo com duas dobradinhas de ouro e prata no pódio do triplo

Gabriele Sousa dos Santos e Almir Júnior ganharam o ouro na prova. O terceiro ouro do dia veio nos 800 m com Eduardo Ribeiro e o Brasil fechou a competição, após três dias de disputas em Medellín (COL) com 16 medalhas (7 de ouro, 5 de prata e 4 de bronze)

Foto: Sebastian Lasquera/Sul-Americana
Foto: Sebastian Lasquera/Sul-Americana

O salto triplo foi o destaque do Brasil – com dobradinha de ouro e prata no pódio, no feminino e masculino, no último dia de disputas do Campeonato Pan-Americano de Atletismo, neste domingo (28/6), no Estádio Alfonso Galvis Duque, em Medellín, Colômbia. Gabriele Sousa dos Santos (EC Pinheiros-São Paulo) e Almir Cunha dos Santos (Sogipa-RS) ficaram com as medalhas de ouro. Regiclécia Candido da Silva e Elton Petronilho com as medalhas de prata.

O Atletismo Brasil disputou a competição com 30 atletas (15 no feminino e 15 no masculino). E terminou a competição com 16 medalhas (7 de ouro, 5 de prata e 4 de bronze). O evento qualificou os campeões para os Jogos Pan-Americanos de Lima, Peru, que serão realizados de 23 de julho a 8 de agosto de 2027.

Gabriele Sousa dos Santos foi muito regular e superior às adversárias para conquistar a medalha de ouro com a marca de 14,18 m (0.2 m/s). A atleta olímpica Gabriele fez quatro saltos acima dos 14 metros e foi a única dentre todas as competidoras da prova a ultrapassar a marca.

Gabriele, de 31 anos, treina com Tania Fernandes de Paula Moura, também a treinadora de Regiclécia Cândido da Silva (EC Pinheiros-SP), de 24 anos, que conquistou a medalha de prata no salto triplo com a marca de 13,79 m (-2.0). O bronze ficou com Mylana Hearn, dos Estados Unidos (13,75 m, 0.5).

Almir Júnior é destaque com ouro no triplo

Almir Cunha dos Santos (Sogipa-RS) foi o destaque da quinta jornada da competição, com ouro e a marca de 17,24 m (-1.0 m/s). Fez dois saltos válidos e ambos acima dos 17 metros, o outro de 17,05 m (1.6). Elton Junio dos Santos Petronilho (EC Pinheiros-SP) obteve a medalha de prata, com 16,53 m. A de bronze ficou com o norte-americano Brandon Green, com 16,47 m.

O medalhista em Mundial Indoor Almir (prata em Birmingham-2018), de 32 anos, que agora está treinando com Nélio Moura, já havia saltado acima dos 17 metros duas vezes na temporada (17,01 m, em Doha, pela Diamond League, dia 19 de junho, e 17,02 m, no Circuito Paulista Open, em São Paulo, em março). A melhor marca de Almir ao ar livre é 17,53 m, obtida em maio de 2018, em Guadalupe, um território francês no Caribe.

Matheus Gabriel de Liz Correa foi o melhor brasileiro na meia maratona de marcha atlética, na sexta posição (1:31.01). Max Batista Gonçalves dos Santos e Viviane Lyra não terminaram.

República Dominicana fica no topo do quadro de medalhas

A República Dominica foi primeira no quadro de medalhas com 11 (8 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze). O país ganhou um ouro a mais que o Brasil, que terminou com 16 medalhas (7 de ouro, 5 de prata e 4 de bronze), seguido do Canadá, com 13 (5 de ouro, 5 de prata e 3 de bronze).

Na tabela de pontuação os três primeiros colocados foram: Colômbia, com 269 pontos, República Dominicana, com 207 pontos, e Brasil, com 181 pontos.

Redação Surto Olímpico

Redação Surto Olímpico

Desde 2011, vivendo os esportes olímpicos e paralímpicos com intensidade o ano inteiro. Estamos por trás de cada matéria, cobertura e bastidor que conecta atletas e torcedores com informação acessível, atualizada e verdadeira.
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