Com parciais de 25×20, 23×25, 25×23 e 28×26 o Brasil venceu a Polônia nesta sexta-feira (10), em partida válida pela 3º semana da VNL, disputada no Japão.
Qualquer vitória sobre a Polônia (3×0, 3×1 ou 3×2) já garantia a classificação antecipada do Brasil para a fase final da VNL.
Além disso, o Brasil iniciou a partida com a mesma formação que começou contra o Japão, com três ponteiras em quadra: Ana Cristina atuando como oposta, enquanto Helena e Julia Bergmann formaram a dupla de ponteiras. Diante das dificuldades durante os sets, Rosamaria entrou em quadra e Ana Cristina retornou para a ponta ao lado de Julia Bergmann.
Escalação inicial:
Brasil
Roberta, Marcelle, Diana, Julia Kudiess, Helena, Julia Bergmann e Ana Cristina.
Polônia
Wenerska, Szczyglowska, Jurczyk, Koput, Piasecka, Lampkowska e Szczurowska.
O jogo
1 SET
A partida começou com a seleção brasileira impondo seu ritmo de jogo e abrindo vantagem no placar, fazendo 4 a 1 em cima da equipe europeia. O início positivo teve Ana Cristina como destaque, liderando o ataque do Brasil.
Sem Stysiak, principal referência ofensiva da Polônia, que começou a partida no banco de reservas após um confronto desgastante contra os Estados Unidos, o Brasil conseguiu administrar e manter a vantagem durante grande parte do set.
Além disso, a seleção contou com importantes pontos no fundamento de saque com suas centrais Julia Kudiess e uma ótima sequência de Diana.
O Brasil fechou o set com um ponto de ataque da ponteira Julia Bergmann, após um grande rally.
2 SET
A seleção polonesa realizou mudanças para esta parcial, com a troca simples na posição de oposta, Szczurowska deixando a quadra para a entrada da Stysiak. Com isso, houve um crescimento do seu poder ofensivo.
O Brasil passou a sofrer com sua linha de recepção, levando pontos de saque e cometendo erros de comunicação. Diante das dificuldades, o técnico Zé Roberto promoveu mudanças no decorrer do set, com a troca simples de levantadora, saindo Roberta e entrando Macris e Rosamaria assumindo a posição de ponteira no lugar de Helena.
Mesmo com as mudanças, a parcial continuou sob domínio da equipe polonesa. As suas jogadoras de extremidade foram decisivas e lideraram o time ao empate da parcial.

