Essa iniciativa surge após relatos que sugerem um possível aumento no custo das petecas tradicionais feitas de penas de pato ou ganso, e faz parte de uma revisão interna conduzida pela organização. O crescimento exponencial do esporte nos últimos anos contribuiu para a escassez de matéria-prima, levando os dirigentes a explorar soluções alternativas.
O secretário-geral da BWF, Thomas Lund, reconheceu que os fabricantes precisam encontrar soluções e aprimorar as alternativas sintéticas. Este projeto servirá como campo de testes para que o órgão regulador possa avaliar a qualidade e o desempenho das petecas sintéticas em competições de alto nível, com foco em garantir que as características de voo e jogo estejam em conformidade com os padrões atuais de competição.
”O teste incluirá a coleta de dados de desempenho do fabricante, juntamente com o feedback de jogadores, oficiais técnicos e organizadores de eventos”, afirmou ele na quarta-feira. As petecas usadas em competições profissionais são feitas com cerca de 16 penas, geralmente de gansos ou patos. A base é feita de cortiça natural revestida com uma fina camada de couro. Embora essas petecas ofereçam melhor controle, um voo mais preciso e uma sensação de impacto mais ”natural”, elas se desgastam rapidamente e são mais caras.