Suspensão termina em junho de 2027
Daphne Schrager, medalhista de prata no ciclismo paralímpico, foi suspensa por dois anos na sexta-feira após testar positivo para uma substância anabólica não aprovada para uso médico.
O Painel Nacional Antidoping, que julgou o caso da atleta britânica, aceitou a alegação de que ela não utilizou ligandrol intencionalmente, mas observou que ela não conseguiu provar como a substância entrou acidentalmente em seu organismo — possivelmente em uma academia.
A suspensão de dois anos de Schrager termina em junho do próximo ano, tornando a ciclista de 25 anos elegível para competir nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles, em 2028.
“Quero ser muito clara”, publicou em sua conta no Instagram a medalhista da prova de perseguição em pista nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024: “Nunca trapaceei, nem tomei conscientemente qualquer substância proibida”.
Schrager também é bicampeã mundial de ciclismo de pista. No ciclismo de estrada, ela conquistou medalhas de prata nas provas de contrarrelógio e de estrada no Campeonato Mundial de Paraciclismo de 2024, em Zurique.
Schrager testou positivo para ligandrol em uma amostra coletada fora de competição, em abril de 2025.
Ela sugeriu aos investigadores que havia sido contaminada na academia ou na casa que dividia com outras pessoas. Peritos apoiaram sua teoria perante o tribunal, segundo os juízes.
“O tribunal também se convenceu, com base na preponderância de probabilidades, de que não houve imprudência por parte da Sra. Schrager ao frequentar a academia”, escreveram os juízes, impondo a suspensão de dois anos visto que ela não conseguiu comprovar a origem da contaminação.
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