A modalidade fez sua estreia em Milão-Cortina 2026
O esqui-montanhismo manterá seu lugar no programa olímpico para os Jogos de Inverno de 2030, nos Alpes franceses.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) tomou a decisão na quinta-feira (25), durante sua sessão em Lausanne, ficando a definição das disciplinas específicas para uma etapa posterior.
O esqui-montanhismo fez sua estreia olímpica nos Jogos de Milão-Cortina deste ano com três provas: sprints masculino e feminino e um revezamento misto.
“Reconhecemos o potencial do esporte para agregar valor significativo ao programa, apoiado por sua forte presença nas regiões alpinas e por sua capacidade de aumentar a diversidade, a autenticidade e o apelo, ao mesmo tempo em que aproveita seu crescente impulso olímpico”, afirmou Karl Stoss, presidente do grupo de trabalho sobre o programa olímpico.
A modalidade tem origem no esqui fora de pista (backcountry). Os atletas primeiro sobem um percurso em aclive utilizando peles de foca especiais fixadas sob os esquis. Segue-se um trecho a pé, no qual carregam os esquis nas costas, antes de descerem a encosta esquiando.
O percurso é realizado uma única vez na prova de sprint, mas há uma proposta para incluir a prova individual em 2030 — na qual os atletas devem completar as três etapas do percurso várias vezes —, totalizando cinco eventos com disputa de medalhas.
O programa completo para 2030 será definido ainda este ano.
Enquanto o esqui-montanhismo permanece, outras modalidades, como o combinado nórdico e o slalom gigante paralelo do snowboard, podem ser excluídas.









