“Mais do que um benefício fiscal, a Lei de Incentivo é uma ferramenta estratégica de responsabilidade social que transforma o contribuinte em um investidor direto do futuro do país. Em 2026, com a legislação consolidada em caráter permanente, as empresas e cidadãos têm a segurança necessária para planejar aportes que não apenas reduzem o imposto a pagar, mas viabilizam projetos que unem alto rendimento e inclusão. É o momento de entender que o imposto pode ser o combustível para novas medalhas e transformações sociais”, afirma Vanessa Pires, CEO da Brada, empresa especializada em orientar e estruturar a destinação de recursos via leis de incentivo.
A força da Lei de Incentivo vai muito além da redução de impostos. Na prática, ela financia iniciativas que transformam realidades. Um dos exemplos mais bem-sucedidos é o projeto “Na Atividade”, promovido pela Associação Encaminhando com apoio da CRIAPE, que promove atividades recreativas e ginástica em Mangaratiba e Itaguaí, no Rio de Janeiro.
”Ver o impacto de projetos como o ’Na Atividade’ em regiões como Mangaratiba e Itaguaí reforça que o esporte é o maior catalisador de oportunidades que temos. Graças aos recursos da Lei de Incentivo, conseguimos profissionalizar nossas oficinas e gerar empregos diretos, provando que uma quadra ou uma sala de ginástica pode ser o ponto de partida para a transformação completa de uma comunidade. Não entregamos apenas lazer, entregamos dignidade e futuro”, destaca Cleverson Dutra, Diretor de Projetos da Associação Encaminhando. A iniciativa gerou mais de 8 empregos diretos, 16 empregos indiretos, organizou 16 eventos e beneficiou mais de 600 pessoas da região.
Grandes clubes brasileiros também utilizam a Lei de Incentivo ao Esporte para fortalecerem as categorias de base: Santos, Corinthians, Atlético-MG e Cuiabá são algumas das equipes com projetos aprovados.
”O fortalecimento das nossas categorias de base passa, obrigatoriamente, pelo uso inteligente dos incentivos fiscais. Projetos focados na formação de atletas são caros e exigem infraestrutura de ponta. Quando o torcedor utiliza o seu Imposto de Renda para apoiar o clube, ele deixa de ser apenas um espectador e passa a ser um sócio-fundador dos talentos que verá no gramado principal amanhã. É uma via de mão dupla onde o maior vencedor é o futebol brasileiro”, diz Cristiano Dresch, presidente do Cuiabá.