Valledupar 2026: Brasil chega a 10 pódios e lidera quadro de medalhas após dois dias de competição

Brasil lidera Colômbia com quatro outro e Venezuela com 1

Foto: Marcello Zambrana/CPB
Foto: Marcello Zambrana/CPB

No segundo dia de competições nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026, o Brasil subiu três vezes ao pódio – uma medalha de ouro e duas de prata. As conquistas do dia vieram no ciclismo de estrada e garantiram a permanência no topo do quadro geral de medalhas.

Com as três medalhas conquistadas nesta sexta-feira, 3, os brasileiros somam 10 pódios, com cinco medalhas de ouro e cinco de prata; a Colômbia é a segunda colocada no quadro de medalhas, com quatro ouros, três pratas e um bronze (oito no total); fechando o top-3 está a Venezuela, que tem uma medalha de ouro.

O responsável pelo ouro brasileiro do dia foi o mineiro Roberto Neto, que venceu a prova dos 45 km da classe C2 (atletas que usam bicicletas convencionais), com o tempo de 1h15min10s. O colombiano Esneider Muñoz (a 2min06s do líder) e o panamenho Esteban Goddard (a 7min49s do líder), com prata e bronze, respectivamente, completaram o pódio.

“Tenho um carinho muito grande pela Colômbia por toda a paixão e a tradição dos atletas daqui no ciclismo. Ganhar essa competição aqui representando o Brasil em alto rendimento é uma satisfação muito grande”, celebrou Roberto.

Na classe H3 (bicicletas impulsionadas com as mãos), o Brasil conquistou a medalha de prata com o mineiro Eduardo Pimenta. A prova foi decidida nos centésimos de segundo, com o venezuelano Richard Espinoza conquistando o ouro e o chileno Sebastian Morales o bronze. Os três medalhistas marcaram o tempo de 1h04min22s.

A outra prata brasileira também veio na classe C2, mas entre as mulheres. A paulista Sabrina Custódia completou o percurso em 1h05min09s, apenas cinco segundos acima do tempo da colombiana Daniela Munévar, que ficou com o ouro. A argentina Maria Sergo levou o bronze, terminando a prova a 12min10s da primeira colocada.

Estreia com vitória no basquete em cadeira de rodas
Pelo Grupo B da competição, a Seleção Brasileira feminina estreou com vitória sobre a Bolívia: 74 a 9, em duelo no Coliseo de Baloncesto de la Gota Fría, em Valledupar. As brasileiras dominaram o confronto desde o início, abrindo 30 pontos de vantagem no intervalo – e aumentando ainda mais a diferença nos quartos finais.

Na próxima rodada, o Brasil enfrenta a Colômbia. Para garantir uma vaga na próxima fase, as brasileiras precisam se garantir entre as duas primeiras das três equipes do grupo.

“A estreia é sempre mais difícil, mas a gente entrou em quadra pensando no trabalho que vem de alguns meses. Tentamos não fugir do que os técnicos pedem. É um trabalho novo, mas estamos nos adaptando bem e estamos usando as competições para melhorar ainda mais”, analisou a cearense Oara, medalhista de bronze nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019 e de Santiago 2023, referindo-se ao trabalho do técnico canadense Dylan Carter, que assumiu a Seleção em março.

Redação Surto Olímpico

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Desde 2011, vivendo os esportes olímpicos e paralímpicos com intensidade o ano inteiro. Estamos por trás de cada matéria, cobertura e bastidor que conecta atletas e torcedores com informação acessível, atualizada e verdadeira.
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