Time Brasil conquistou 58 ouros e 157 medalhas ao todo no Panamá
O Brasil encerrou os Jogos Sul-americanos juvenis Panamá 2026 com 58 ouros, 51 pratas e 48 bronzes para liderar a contagem geral com 157 medalhas. A delegação quebrou o recorde geral de medalhas e superou a Venezuela (33 ouros) e Argentina (32) para levar o título geral do evento pluriesportivo.
A seleção juvenil brasileira liderou o quadro de quatro esportes no Panamá: Judô, surfe, natação e taekwondo. Ao todo, 19 esportes contaram com pódios brasileiros e em 16 desses o Brasil conquistou ouros. O maior sucesso foi a natação com 21 ouros, em seguida o atletismo com 6 e as lutas taekwondo e judô empatados com 4 cada na sequência.
O Brasil também levou ouros no tiro com arco, no surfe, boxe (3 cada), wrestling, karatê, tênis, badminton, ginástica artística (2 cada), esgrima, flag football, futsal e levantamento de peso (1 cada). Os esportes só com prata foram ciclismo de estrada e triatlo (2 cada) e tênis de mesa (1). Os 48 bronzes foram distribuídos no esportes com outras medalhas vencidas.
A campanha superou o recorde geral de medalhas que o Brasil havia conquistado em Santiago 2017 por 6 medalhas (157×151). O Brasil não superou a marca 72 de ouros de Lima 2013. No quadro histórico, os brasileiros somam 255 ouros, 174 pratas e 168 bronzes para o total de 597 medalhas em quatro edições. O segundo lugar é a Colômbia e a terceiro posição pertence a Argentina.
No Panamá, os donos da casa levaram 6 ouros e 29 medalhas ao todo. O segundo melhor comitê foi a Venezuela, surpresa da edição, que superou a Argentina por 33 ouros a 32. A Colômbia foi a quarta com 26 e o Chile fechou o top-5 com 18.
Equador (15), Peru (13), Uruguai (4), Guiana (3) e Paraguai (1) também conquistaram o lugar mais alto do pódio em eventos de medalha. Bolívia (1 prata) e Curaçao (1 bronze) fecharam o quadro que não foi representado por Suriname e Aruba.









