Anúncio veio depois da visita da agência mundial antidoping
Investigadores do atletismo classificaram a Índia como um país de risco “extremamente alto” para doping e impuseram testes mais rigorosos a atletas de Botsuana, incluindo uma equipe masculina de velocistas de destaque, visando o Campeonato Mundial de Atletismo de 2027.
A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) anunciou suas decisões na segunda-feira, dias depois de a Índia — que atualmente concorre para sediar os Jogos Olímpicos de 2036 — receber líderes da Agência Mundial Antidoping (WADA), que desafiaram o país a melhorar seu histórico negativo.
“A situação do doping na Índia é de alto risco há muito tempo e, infelizmente, a qualidade do programa antidoping nacional simplesmente não é proporcional ao risco de doping”, disse o presidente da AIU, David Howman, em um comunicado.
A Índia apresentou o maior número de testes positivos para doping no atletismo desde 2024, afirmou a AIU, e agora estará sujeita a “requisitos mínimos de testes” mais rigorosos para seus atletas da seleção nacional.
A lista de países de maior risco, à qual a Índia se junta em 2025, inclui também Belarus, Etiópia, Quênia, Nigéria, Rússia e Ucrânia.
Botsuana, Cuba e Peru são classificados como de segundo nível de risco pela AIU e seus atletas agora precisam fornecer pelo menos três amostras sem aviso prévio durante os treinos para serem elegíveis para os próximos grandes eventos, incluindo o Mundial do ano que vem em Pequim.









